sexta-feira, 26 de abril de 2013

Tenho muita pena de vos ter ofendido


O pecado é negação do amor, é afastar-se do amor de Deus e dos irmãos. Sempre que nos afastamos do amor de Deus afastamo-nos também do amor aos irmãos.
E é quando nos encontramos com o amor de Deus, quando descobrimos o Seu olhar amoroso, (e como é grande o seu amor!) que nos damos conta de quão grande é a nossa falta de amor, quão grande é o nosso pecado.
Foi assim com Zaqueu, com Pedro e com aquele filho (pródigo) que recebe o abraço do pai.
Deus ama-nos, acolhe-nos e dá-nos o Seu perdão.
Dá-nos o sacramento do perdão, penitência, confissão, reconciliação, para nos encher de Graça, Amor e força para voltarmos à casa do Pai e vivermos cristãmente.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O Dia do Senhor



Leitura dos Atos dos Apóstolos:

Os irmãos eram assíduos
ao ensino dos Apóstolos,
à comunhão fraterna,
à fração do pão e às orações.

Palavra do Senhor.
  


Os primeiros cristãos eram assíduos ao “Ensino dos Apóstolos”.

Hoje os cristãos continuam a ser assíduos ao ensino dos Apóstolos. Ao Domingo, o 1º da semana, reunimo-nos na Missa e escutamos a Palavra de Deus escrita na Bíblia. E é da Bíblia que os apóstolos nos ensinam. Há Também muitos cristãos que aproveitam o Domingo para ler a Bíblia ou outros livros que falam de Deus.       

Os primeiros cristãos eram também assíduos à “Comunhão fraterna”.

Comunhão fraterna quer dizer que se amavam e viviam unidos, como bons irmãos.

Hoje, na Missa, também nós nos juntamos como irmãos, saudamo-nos e até pedimos perdão uns aos outros pelo mal que fazemos.

Fora da Missa há muitos cristãos que vão visitar doentes, idosos, temos mais tempo para estar com a família, com os amigos, de conversarmos mais e de passearmos juntos.

Os cristãos são convidados a viver em comunhão, unidos como irmãos, partilhando tudo: as alegrias e as dificuldades, o pão, o amor, a amizade, o cuidado de uns pelos outros.

E os primeiros cristãos eram ainda, assíduos à “Fração do Pão e orações”. Era o nome que se dava à Eucaristia. A Eucaristia ou a Missa é também a Fração do Pão; partimos o Pão que é o Corpo de Jesus entregue por nós e rezamos juntos e unidos. Comungamos Jesus.

É o mais importante que fazemos ao Domingo. Se não formos à Eucaristia para receber Jesus e lhe rezarmos e com Ele louvarmos o Pai, falta-nos o amor de Deus que nos dá coragem para sermos mais amigos uns dos outros, dos pobres, dos doentes, sermos capazes de partilhar com aqueles que têm falta de carinho ou de amor; e deixamos de escutar e aprender o que devemos saber – o ensino dos apóstolos.

No primeiro dia da semana, o Dia do Senhor, porque foi neste dia que Cristo ressuscitou, reunimo-nos em Eucaristia, Ação de graças, memorial da Paixão, Morte e Ressurreição, Ceia do Senhor, Fração do Pão, celebrando o Mistério central da nossa Fé.

O Domingo é realmente o dia da maior festa, a festa de Jesus, a Eucaristia, em que Jesus se nos dá no Pão e na Palavra e nos ensina a viver unidos procurando ser irmãos que se querem bem.




sexta-feira, 5 de abril de 2013

Fica connosco, Senhor


Os discípulos de Emaús reconheceram Jesus ao partir do pão.
Quando Aquele que com eles caminhava pegou no pão, abençoou-o, deu graças e o partiu, abriram-se-lhes os olhos, reconheceram Jesus e puderam acreditar "ver" que Jesus ressuscitou e permanece vivo ficando connosco.
Sempre que participamos na Eucaristia celebramos a ressurreição de Jesus e podemos fazer encontro com Ele.
Como aconteceu com os discípulos a quem ardia o coração enquanto Jesus lhes explicava as Escrituras, também nós na celebração da missa, escutamos a Palavra de Deus na Liturgia Eucarística e nela acolhemos  e é-nos dado a  conhecer os mistérios da nossa salvação. Na Liturgia Eucarística damos graças a Deus com Jesus, pelos dons que nos oferece, pela redenção que nos dá em Seu Filho Jesus; fazemos memória da Sua Paixão, Morte e Ressurreição e alimentamos-nos do Seu Corpo que nos fortalece na vida da fé, na vida de filhos, à maneira do Filho Jesus.
Nós Te louvamos Senhor pelos dons do Teu amor e pela fé que nos ofereces. Fica connosco, Senhor.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Um menino nasceu para nós


1 Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, chegaram a Jerusalém uns magos vindos do Oriente. 2*E perguntaram: «Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo.» 3Ao ouvir tal notícia, o rei Herodes perturbou-se e toda a Jerusalém com ele. 4*E, reunindo todos os sumos-sacerdotes e escribas do povo, perguntou-lhes onde devia nascer o Messias. 5Eles responderam: «Em Belém da Judeia, pois assim foi escrito pelo profeta:

6*E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as principais cidades da Judeia; porque de ti vai sair o Príncipe que há-de apascentar o meu povo de Israel

7Então Herodes mandou chamar secretamente os magos e pediu-lhes informações exatas sobre a data em que a estrela lhes tinha aparecido. 8E, enviando-os a Belém, disse-lhes: «Ide e informai-vos cuidadosamente acerca do menino; e, depois de o encontrardes, vinde comunicar-mo para eu ir também prestar-lhe homenagem.» 9Depois de ter ouvido o rei, os magos puseram-se a caminho. E a estrela que tinham visto no Oriente ia adiante deles, até que, chegando ao lugar onde estava o menino, parou. 10Ao ver a estrela, sentiram imensa alegria; 11*e, entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, adoraram-no; e, abrindo os cofres, ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra. 12Avisados em sonhos para não voltarem junto de Herodes, regressaram ao seu país por outro caminho.

 

 

Os magos encontraram Jesus porque se deixaram conduzir pela Luz, procuravam a verdade, tinham o coração disponível, aberto à Graça.

Herodes não conseguiu encontrar Jesus porque estava cheio de si mesmo, cheio do seu “poder”, receoso de perder a sua “importância” não pôde ver a Luz, não pôde ver o Caminho.

Também a nós o Senhor quer iluminar com a Sua Luz, também a nós quer conduzir às fontes da água viva, também a nós que fazer nascer de novo, levar-nos a contemplar, a adorar, a regressar cheios de alegria testemunhando as maravilhas de Deus.

Precisamos de não ter medo de nos pôr a caminho. Precisamos de ler os sinais que Deus nos apresenta, precisamos de meditar e guardar a Palavra de Deus em nossos corações, precisamos de estar atentos à vida e testemunho de tantos que seguiram, e seguem hoje, fielmente o evangelho, precisamos de ser fiéis ao nosso Batismo, precisamos transformar o mundo com a nossa vida de cristãos, precisamos de iluminar com a luz recebida no Batismo a nossa sociedade; a vida familiar, o mundo do trabalho, da política, da economia, do ensino, do desporto, as relações sociais entre vizinhos, as relações de amizade…

O Senhor que nasceu para nós, para que tenhamos Vida, é a nossa Luz. Deixemo-nos iluminar por Ele.